Texto: Nuno Duarte
Fotografia: Pedro Correia
Numa altura em que o defeso é uma realidade, em que se
discute os triunfadores da temporada, em que as polémicas continuam, em que os
protagonistas tentam ganhar protagonismo, em que as interferências dos mesmos são
uma realidade, em que as contas são feitas por todos e mais alguns
especialistas, em que se fala de tudo e de mais alguma coisa.
Por cá nesta fase continua-se a ignorar o peso que a
festa nos Açores têm para a própria defesa da mesma, sem o devido balanço por
mais pequeno que seja, apenas são lembrados quando mais lhes convém. Mas afinal
somos uma só nação ou não? Ou mais uma vez somos quando lhes convém?
Estou perfeitamente à vontade para falar disso, pois
estou pelo continente e é possível verificar tamanha injustiça, basta sondar os
sites ou blogs da especialidade e vermos quantas notícias, entrevistas, artigos
de opinião, editoriais ou reportagens temos referentes ao balanço da época que
aborde a festa brava nos Açores.
O meu balanço é portanto a profunda injustiça que época
após época, coloca-nos numa realidade incompreensível, devido a interesses de
caracter pessoal por parte da maioria daqueles críticos que estão ao serviço
dos poderosos intervenientes da festa, sejam eles, empresas, apoderados ou
mesmo toureiros.

Muito bem .
ResponderExcluiré preciso alguem que de alguma forma expresse o que se esta a passar, mesmo que em nada resulte pelo menos incomoda - os
E preciso coragem.