sábado, 10 de novembro de 2012

Balanço dos balanços

 
Texto: Nuno Duarte
Fotografia: Pedro Correia
 
Numa altura em que o defeso é uma realidade, em que se discute os triunfadores da temporada, em que as polémicas continuam, em que os protagonistas tentam ganhar protagonismo, em que as interferências dos mesmos são uma realidade, em que as contas são feitas por todos e mais alguns especialistas, em que se fala de tudo e de mais alguma coisa.
 
Por cá nesta fase continua-se a ignorar o peso que a festa nos Açores têm para a própria defesa da mesma, sem o devido balanço por mais pequeno que seja, apenas são lembrados quando mais lhes convém. Mas afinal somos uma só nação ou não? Ou mais uma vez somos quando lhes convém?
 
Estou perfeitamente à vontade para falar disso, pois estou pelo continente e é possível verificar tamanha injustiça, basta sondar os sites ou blogs da especialidade e vermos quantas notícias, entrevistas, artigos de opinião, editoriais ou reportagens temos referentes ao balanço da época que aborde a festa brava nos Açores.
 
O meu balanço é portanto a profunda injustiça que época após época, coloca-nos numa realidade incompreensível, devido a interesses de caracter pessoal por parte da maioria daqueles críticos que estão ao serviço dos poderosos intervenientes da festa, sejam eles, empresas, apoderados ou mesmo toureiros.
 
 

Um comentário:

  1. Muito bem .
    é preciso alguem que de alguma forma expresse o que se esta a passar, mesmo que em nada resulte pelo menos incomoda - os
    E preciso coragem.

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